Como o Império Constrúido por Beyoncé Pode Influenciar no Marketing da Sua Empresa

Beyoncé
Conheça agora 5 lições de Marketing que aprendemos com Beyoncé que podem influenciar as estratégias da sua empresa e otimizar os resultados.

👇🏾 O que você verá neste artigo:

Sem dúvida alguma Beyoncé é um dos nomes mais respeitados da música internacional e não é de hoje. Isso não se dá apenas pela carreira como cantora, mas também, por ser uma artista extremamente completa.

Com um posicionamento bem fundado na representatividade e em questões que envolvem a população negra, sobretudo as mulheres, ela foi eleita pela revista Forbes uma das celebridades mais bem pagas do mundo, tendo uma fortuna estimada em mais de R$ 2 bilhões de reais.

Mas engana-se quem pensa que todo esse império construído pela diva pop foi sorte. Além de todo esforço e trabalho de anos envolvendo não só sua carreira musical, ela também possui uma estratégia de marketing muito bem construída.

Continue a leitura e descubra como Beyoncé pode influenciar na hora de definir o plano da sua empresa!

Quem é Beyoncé Knowles e como ela construiu sua carreira?

Nascida em 1981, a cantora que não aparenta nem um pouco a idade que tem, nasceu no Texas – EUA. Desde muita nova demonstrava interesse por música e dança e sempre se destacou por conta disso.

Com um talento único, Bey foi notada por um professor e acabou participando de um show de talentos e essa foi a primeira de muitas premiações da sua carreira. Depois dali, acabou se inscrevendo em diversas competições e iniciou sua trajetória no coral da escola e também no da igreja.

Teve seu primeiro grupo musical aos nove anos, o Girls Tyme. Ela e outras meninas acabaram se apresentando em alguns programas de auditório da TV aberta e uma dessas participações acabou entrando para a história:

A primeira vez que ela foi desclassificada de algum concurso foi no programa Star Search. Com certeza a ocasião marcou bastante Bey e a cena acabou se tornando, décadas depois, a introdução de uma das músicas mais importantes da sua história: Flawless.

 

Depois desse grupo, Beyoncé fez parte do famoso grupo Destiny’s Child e foi ali que a carreira da cantora decolou de vez. Em 2005 o grupo decidiu anunciar o fim após algumas pausas e ela seguiu seu caminho solo.

É importante dizer que o primeiro trabalho solo de Bey, Dangerously In Love, foi um grande sucesso, não só de público e crítica, como também, rendeu cinco dos diversos Grammys que a cantora coleciona.

Depois desse, ela já lançou mais de 13 álbuns e mais de 60 músicas lançadas e é um case de sucesso quando o assunto é marketing.

E isso faz com que ela faça história: Bey é recordista em número de prêmios Grammy, tendo 28 gramofones dourados em seu nome. Suas turnês se destacam e tem uma arrecadação milionária: quase US$300 milhões.

Incrível, né? 🙂

5 coisas que podemos aprender com Beyoncé sobre Marketing

Nada melhor do que entender como Beyoncé se apegou no marketing para construir todo esse império, certo? Pensando nisso, separei algumas lições que podemos aprender com a trajetória de Queen Bey e que podem (e devem) influenciar o marketing da sua empresa.

Confira!

1. Dar o primeiro passo é importante!

Essa lição pode até parecer uma frase clichê e meio óbvia, mas não é! Dar o primeiro passo é muito importante, mas além disso, ter uma boa estratégia para começar já te faz sair na frente.

Beyoncé nos mostrou isso quando o grupo Destiny’s Child chegou ao fim. Ao invés de ficar parada, ela aproveitou que seu nome estava em evidência e investiu em sua carreira solo.

Uma de suas primeiras músicas é sem dúvida uma das mais conhecidas e tocadas até hoje. A famosa ”caminhada” de Bey no clipe de Crazy in Love se tornou marca registrada e o início da música se tornou tão conhecido que é impossível não saber qual música está tocando.

 

Por mais difícil que seja lançar uma carreira sozinha em um mercado competitivo como o da música, ela acabou se destacando ainda mais no mercado e esse single reservou a ela o primeiro lugar em grandes rádios do mundo todo, sem contar os mais de 8,5 milhões de vendas!

Como isso foi possível? Quando Beyoncé deu o primeiro passo rumo a sua carreira solo, ela sabia que o que tinha para oferecer ao público era de qualidade. Musicalmente falando, mas não só. O vídeo é envolvente e a parceria com Jay-Z promissora (não só na música, né?).

Hoje, quase duas décadas depois do lançamento, o hit segue sendo um marco na cultura pop e ainda bomba na internet, é sem dúvida alguma uma música atemporal. O primeiro passo não só foi importante, como foi certeiro e fez de Bey uma das maiores artistas dos últimos tempos.

2. Utilize as redes sociais a seu favor

Toda estratégia de marketing de uma marca ou figura pública nasce com um intuito em comum: viralizar e alcançar um grande número de pessoas.

As redes sociais se tornaram um bom caminho para quem procura esses resultados e Beyoncé tem investido cada vez mais nisso, inclusive em seus lançamentos.

Percebemos isso em ”Lemonade”, para além do álbum que os fãs esperavam, Bey também lançou um filme de 1h que foi transmitido pela HBO. Foi um grande suspense, a divulgação foi realizada por meio de teasers que não revelavam o curta.

Isso deixou a legião de fãs da cantora curiosos, afinal, a cada teaser, foto ou postagem misteriosa, a procura por ”respostas” do que se tratava aumentou e isso trouxe ainda mais visibilidade.

É aí que entra a importância de conhecer seu público e saber o que eles esperam. Ela consegue instigar a curiosidade e ao mesmo tempo criar ações inovadoras para divulgar seus álbuns e projetos.

Quando Beyoncé finalmente divulgou o filme, logo em seguida o álbum já estava disponível no Tidal, plataforma de música digital de ninguém menos que Jay-Z.

No mesmo dia o álbum já bateu recordes de visualizações e mais: a crítica considerou esse o melhor trabalho da cantora até então e Lemonade alcançou o primeiro lugar em vendas, assim como outros seis álbuns da sua carreira.

Mas, como isso é possível se Beyoncé não fez uma divulgação ampla e somente divulgou o álbum na hora lançamento?

Bey e sua equipe de marketing investiram na potência das redes sociais! A autoridade da cantora é tão grande, que seu Instagram é um dos dez mais seguidos no mundo inteiro: já são ao todo mais de 170 MILHÕES de usuários seguindo a artista na plataforma.

3. Invista no processo integrativo

Outro ponto bem importante sobre a estratégia de Beyoncé é o fato de saber como utilizar diversos canais que estão disponíveis e integrá-los com um propósito: a divulgação da sua ”marca”.

Podemos ver isso no álbum Lemonade, mas não só. O último projeto ”Black is King” também comprova esse processo. Beyoncé não entregou apenas um álbum de músicas, mas sim, integrou as faixas com um álbum visual/filme.

Isso para além de aumentar o engajamento das ações, também sai daquela história de ”mais do mesmo”. Em um mercado tão concorrido como o da música, inovar é sempre o melhor caminho.

4. Não esqueça do gerenciamento de crise

Não pense que a diva do pop não passou por crises que acabaram refletindo na sua vida profissional. Agora, tudo é maneira como você gerencia essa crise, afinal, ao escolher a melhor estratégia é possível sair ainda melhor dessa fase.

A vida pessoal de Beyoncé não costuma ser muito exposta. Isso ficou nítido com as suas gestações, por exemplo. Ela é o tipo de artista que a gente só sabe o que ela e sua equipe de marketing compartilham.

Mas nem tudo é controlável, certo? Em 2014 uma crise envolvendo o nome dela, de sua irmã Solange e seu marido Jay-Z foi assunto em tudo quanto é canto: Um vídeo mostrando sua irmã agredindo seu marido dentro de um elevador por uma suposta traição do rapper e cunhado.

Isso trouxe a tona o fato de que a vida de Queen B não é tão perfeita assim e o vídeo viralizou. Após o ocorrido, ela falou poucas vezes sobre o assunto, apenas afirmando que tudo estava bem com ela e sua família.

Com o ”silêncio” da artista, o assunto acabou morrendo por um tempo…

Até que a própria Beyoncé retornou a falar sobre o assunto em um álbum inteiro. Com várias músicas falado sobre problemas familiares e traição, ela colocou mais um projeto nas paradas de sucesso do mundo inteiro, batendo recordes de vendas.

O trecho traduzido da música Sorry foi um dos assuntos mais comentados na época: ”é melhor ele ligar para a Becky do cabelo bom”, que segundo seus fãs, é a música em que Beyoncé mostra o seu o ponto de vista sobre a traição do marido.

Uma crise e tanto né? Mas uma estratégia maior ainda!

Veja também → O Que Podemos Aprender Com Karol Conká Sobre Marketing e Gerenciamento de Crise

4. Faça boas parcerias

Beyoncé também faz parte da lista de artistas que investe em co-marketing em busca de melhores resultados na divulgação dos seus álbuns.

É comum que ela escolha mais de 2 músicas e convide outros/as artistas para participarem de seus projetos. Isso acaba trazendo ainda mais visibilidade para ela, afinal, é possível atingir um público diferente do seu, atrair pessoas que ainda não acompanham seus trabalhos (difícil no caso de Beyoncé, mas não impossível).

Sem falar que essa estratégia faz com que a artista cresça ainda mais no mercado e ainda fortaleça outras pessoas do mesmo segmento, o bom do co-marketing é ser uma via de mão dupla, todo mundo ganha.

Lembra o exemplo de Crazy in Love? Beyoncé já começou sua carreira solo investindo em featuring (o famoso feat) com Jay-Z e alcançou o sucesso merecido, não é a toa que essa música é considerada um hino pop e todo mundo sabe quem canta, né?

Ao longo da sua carreira ela conta com boas parcerias, como: Chimamanda Adichie, Lady Gaga, Nicki Minaj, Drake, Sheeran, Shakira, Lil Wayne, Usher, Ciara, Britney Spears, entre outras.

5. Representatividade importa!

A fama não significa que devemos esquecer nossas origens e de onde viemos, certo? Beyoncé coleciona inúmeros projetos que incentivam o poder da representatividade e enaltem a sua ancestralidade Africana.

É possível perceber a mensagem que Beyoncé carrega e o que representa: Ela é uma mulher negra, norte americana, lutando contra o racismo e o sexismo e utilizando de sua visibilidade para trazer pautas importantes para a comunidade negra.

 

Não podemos resumir ela apenas a um empoderamento estético. Em seus projetos audiovisuais, percebemos referências históricas e críticas necessárias, como é o caso de ”Formation”, que carrega um vídeo em forma de tributo ao movimento Black Lives Matter e relembra a trajetória de luta do partido dos Panteras Negras. Tudo isso em um momento em que Donald Trump não apoia essas discussões.

Beyoncé recebeu duras críticas por abordar um assunto muito polêmico nos EUA: a violência policial contra a população negra. Mas mesmo assim, ela não deixou de promover essas causas e recebeu muito apoio de seus fãs, que em sua maioria sofrem com o racismo estrutural.

Além disso, ela sempre homenageia suas antigas parceiras do grupo Destiny’s Child, como foi o caso do SuperBowl, onde ela as convidou para o palco em uma apresentação especial em que mais de 114 milhões de pessoas assistiram esse momento.

Isso mostra que Beyoncé não é apenas uma artista ‘de boca”, mas sim, uma figura importante que coloca seus princípios em evidência. Ela não apenas produz músicas e álbuns visuais com essa temática, ela busca construir ações que transformam a realidade da comunidade negra.

O time que trabalha com ela é formado por dançarinos, músicos e produtores negros e ela sempre busca dar a visibilidade merecida para quem atua ao lado dela.

Durante a pandemia do COVID-19, vimos Beyoncé anunciar diversas ações para auxiliar emergencialmente a população, um bom exemplo disso é o Black Parade, projeto de impulsionamento para negócios comandados por afroempreendedores.

Beyoncé e ”Black is King”

Não poderia finalizar esse texto sem falar do trabalho mais recente da cantora e que reafirmou o quanto Beyoncé é fundamental na discussão sobre o empoderamento negro. O álbum visual que no português se chama ”Preto é Rei”, foi mais uma obra repleta de referências da cantora e com um retorno à África notável.

 

Bey sabe o que move sua carreira, quem é seu público, suas realidades e o que gostariam que ela trouxesse. Ela é o que chamamos de artista com propósito e sem dúvida alguma sua voz é ouvida no mudo inteiro.

O álbum que foi alvo de críticas ”do mundo da moda” por trazer em seus figurinos estampas como a de oncinha, foi escrito, produzido e dirigido por ela mesma.

Ao contrário do que o senso de moda prega, as estampas utilizadas pela cantora são referências à sua terra mãe: África. Nesse projeto, podemos ver uma artista comprometida em se reconectar com suas origens e trazer um novo olhar sobre seu povo: Não somos descendentes de escravizados, mas sim de reis e rainhas Africanos.

“Historicamente, a população negra sempre foi vista a partir da violência da colonização. Como se nossa história começasse a partir do século 15, como se a população negra tivesse nascido nos porões dos navios. Quando Beyoncé apresenta outras narrativas sobre divindade, glórias, qualidade, beleza, ela ressignifica o olhar de nós mesmos sobre essas questões. Ela apresenta uma outra possibilidade de nos reconhecermos. É dizer que nós somos muito mais do que fizeram de nós.” — Katiúscia Ribeiro em entrevista para o UOL.

Sem falar que a obra é um marco para o movimento Afrofuturista no mercado do áudio visual. Tudo começou quando em 2019 ela participou como dubladora na nova versão do filme o Rei Leão. Mas como a nossa querida Bey não é coadjuvante em momento nenhum, ela decidiu lançar um disco especial ”The Lion King: The Gift”, sendo uma trilha sonora paralela ao filme.

O álbum visual Black is King foi lançado reforçando a trilha sonora e mais uma vez, Beyoncé comprova que manja muito bem da arte do storytelling.

Agora que você já sabe um pouco sobre as estratégias de Marketing utilizadas por Beyoncé, é hora de incorporá-las na sua empresa e alcançar o sucesso! ✌🏾

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Este conteúdo foi escrito por
Maria Carolina

Maria Carolina

Passou pela história e pela pedagogia, mas foi no Marketing que se encontrou. Do pé que brotou Maria, nasceu Oyá Denan. Mulher negra, Ìyàwó, tem pimenta na boca, dendê nas veias e escolheu ser vento sul em Salvador. Apaixonada por poesia, escreve para que suas palavras ecoem.

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